terça-feira, 29 de setembro de 2015

Libertar a Criatividade


A semana passada estive a viver a 3ª semana do plano do programa da Academia de Inteligência de Qualidade de Vida, proposto por Augusto Cury no seu livro, doze semanas para mudar uma vida.

É a semana dedicada à 3ª Lei da Qualidade da Vida, Libertar a Criatividade: Superar a Rotina.

Com esta semana, procura-se desenvolver a capacidade criativa, não é tanto desenvolver, mas deixá-la fluir, libertá-la.

Diz o autor, passo a citar:

Libertar a Criatividade é:

1. Ser um caminhante nas trajectórias do próprio ser
2. Fazer coisas não agendadas
3. Superar a rotina e construir um oásis no deserto do tédio
4. Abrir as janelas da inteligência para fazer novas descobertas
5. Pensar noutras possibilidades. Libertar a imaginação
6. Arejar a emoção e encantar-se a si mesmo
7. Surpreender positivamente as pessoas que o rodeiam. Ter gestos nunca tidos
8. Elogiar quem amamos. Penetrar no mundo deles, conhecer os seus sonhos, alegrias e temores
9. Dançar a valsa da vida com a mente livre
10. Fazer da vida uma grande aventura

Esta foi, de facto, uma grande aventura para mim, porque embora seja uma pessoa criativa, por vezes a minha vontade de planeamento e organização leva-me a deixar de ser espontânea. Ora, não sendo eu, por natureza uma amante de rotinas, o exagero em que caio, com frequência, no planeamento, leva-me a momentos de cansaço extremo. Não podemos ir contra a nossa natureza, não é verdade? Podemos e devemos adaptarmo-nos às circunstâncias e necessidades, mas devemos ter o cuidado de nos manter genuínos e coerentes connosco próprios.

Esta lei foi, por isso mesmo, um desafio. Estava ainda a adaptar-me ao regresso à rotina, a procurar flexibilizar-me dentro do planeamento que tinha delineado, quando li a 3ª Lei da Qualidade de Vida e senti um tremor imenso a agitar-me por dentro. Parecia que havia algo dentro de mim a libertar-se. Procurei não racionalizar, nem compreender o que se estava a passar, simplesmente deixei-me ir.

Imagem
Foi uma semana absolutamente diferente e surpreendente.

Fiz muito mais do que costumo fazer, fiz muitas coisas que não costumo fazer, não fiz algumas que costumo fazer (escrever no blog, por exemplo, a semana passada não fiz qualquer publicação, nem no blog nem no site do facebook) e fiz muitas das coisas que costumo fazer mas de forma diferente.

Aprendi muito. Aprendi que há muitas perspectivas e diferentes formas de fazer o mesmo. Que, por vezes, basta fazer um bocadinho diferente para alterar completamente o resultado da ação e o ambiente que nos rodeia. Que estando em plena situação stressante, podemos passar rapidamente para uma situação de deleite e união com os que nos rodeiam, bastando para isso libertar a nossa criatividade, perceber que se pode fazer de forma diferente.

Cresci muito, aprendi mais e foi uma ótima preparação para o mês de outubro, que no meu calendário para o crescimento espiritual é dedicado à vontade. Esta última semana constatei, com experiência própria, que a nossa vontade é determinante para a vida que vivemos.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

E tu, estás acordado?

Queres reflectir um pouco? 

Queres trazer a tua consciência até à superfície? 

Tu estás acordado?

Namastê, Flávia. Gratidão!





terça-feira, 15 de setembro de 2015

É preciso flexibilizar!

Desde que regressei de férias que o ambiente que me rodeia tem sido invadido por várias fontes de stress.

A miúda tem tido dificuldade em regressar às rotinas e mostrado maior resistência do que o habitual.

Eu própria deparei-me com a minha "objecção interior" em retomar algumas das rotinas e, logo na primeira semana senti-me totalmente esgotada. Parecia que tinha aberto um canal por onde toda a minha boa disposição e energia se estava a escoar.
Imagem

Comecei a sentir-me nervosa, a ter mais sono do que o normal e a não ter vontade de nenhuma actividade. Comecei a recorrer mais às redes sociais e ao mesmo tempo a ter dores de cabeça cada vez que acedia a uma.

No plano profissional o desgaste ainda foi maior. A situação não teve melhorias e aquilo que me incomodava em julho continuava a incomodar e comecei a sentir que não tinha saída, senti-me encurralada.

Mas eu própria já sabia que isto ia acontecer, foi por isso que no meu calendário para crescimento pessoal reservei o mês de setembro para a flexibilidade. Tem sido este rumo, esta indicação para o que eu preciso de desenvolver este mês que me tem ajudado a tomar decisões e a procurar sair deste sentimento de desgaste.

Assim tenho procurado ser flexível em:

- sistema de gestão pessoal (mudei para o bullet journal, bastante mais flexível)

- alterei a rotina da happy hour que passava com a miúda para fazer face ao que me parecem ser as suas necessidades actuais, uma rotina mais variada mas com menos estímulos - mais calma)
Imagem

- revi as minhas actividades e priorizei-as (abandonei tudo o que pressionava o meu horário e acrescentava muito pouco à nossa vida - nestas férias reaprendi que o momento do nada é de extrema importância)

- retirei todas as redes sociais do meu telemóvel, e-mails e acabei com as notificações (olhar para o meu telemóvel e não ter nenhum ícone de notificação é uma fonte de bem estar - para potenciar este sentimento alterei o ecrã inicial para ficar com um aspecto mais clean que me lembre qual é a minha intenção. Claro que mantenho a possibilidade de acesso à informação com facilidade, quero ser flexível não radical em nenhum sentido, apenas não tenho notificações nem o acesso é pelo ecrã inicial)

- procuro estar mais em casa (procuro o sossego interior, a diminuição de estímulos e desenvolver actividades que gerem bem-estar. Estou em crer que estava a cometer um erro. Tinha planeada uma altura específica para o momento de família, tenho lido em muitos sítios que se deve agendar este momento para que não o deixemos passar em branco. Mas o que eu hoje quero é viver muitos momentos em família, potenciá-los mas não torná-los obrigatórios. Flexibilizei. Quando há alguma coisa para fazer, que queiramos passear, muito bem, mas se não houver há mil e uma maneiras de passar um momento em família em casa e tanto pode ser de manhã, como à tarde, como à noite)
Imagem

- acabei com o meu horário pessoal (tinha um horário pessoal onde colocava as actividades que tinha de desenvolver e o horário específico para o fazer. Desisti disto. As rotinas estão interiorizadas, já não preciso das to do list, por isso tanto faz fazê-las às 18h00 como às 21h00. Quando tenho actividades que não estão interiorizadas, então faço a to do list e sigo-a no horário que melhor me parecer dentro do decorrer do dia (ex. tenho de passar a ferro e tinha pensado fazê-lo de manhã, mas estou entretida com a miúda, flexibilizo e não passo a ferro naquele horário, passo mais tarde - claro que faço a actividade no dia em que é preciso fazê-la, não estou a procrastinar, estou apenas a flexibilizar).

Até agora, setembro, o mês da flexibilidade tem sido assim!


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O novo sistema de organização

Eu sei. Eu sei. Eu sou uma maníaca da organização.

É verdade!

Gosto muito de organizar, de planear a organização, de executar o plano de organização e depois de ter a satisfação de ver tudo organizado e muito funcional.

Mas a actividade de organização é infindável. Poderia dizer-se que uma vez organizada a tarefa estaria terminada, mas não é bem assim.
Imagem

Uma das facetas mais aliciantes e “viciantes” da organização, pelo menos para mim, é que há sempre espaço para melhorar, para novas experiências. É uma janela ampla de possibilidades e alternativas, é fascinante.

Um dos aspectos da organização sobre o qual mais me debruço é a minha organização pessoal. Parece-me que se eu não estiver bem organizada de nada me vale que todos os meus espaços estejam organizados, porque a minha vida continuará a ser desorganizada.

Por isso mesmo, tenho procurado com afinco e com verdadeiros progressos encontrar um sistema de organização pessoal que se adeqúe verdadeiramente à pessoa que eu sou. Se queres saber mais espreita aqui e aqui.

Comecei por tentar as Agendas, as normais com planos diários, mensais, semanais. Faltava sempre qualquer coisa, principalmente espaço para outro tipo de anotações, que, não tendo lugar na agenda, eram igualmente importantes para a minha organização.

Passei para o Caderno de Organização, mas o ritmo da minha vida não se reflecte muito bem nesse tipo de sistema. O caderno de organização exige que haja um maior tempo para nós próprios, para poder espreitar as diferentes divisórias e organizá-las, é uma perspectiva da nossa vida segmentada e eu, cada vez mais, acredito que nós somos apenas uma pessoa com diferentes áreas de acção, todas elas integradas. A nossa existência, para ser coerente e genuína, tem de ser congregadora.

Experimentei também a tecnologia, Evernote, Google Calendar, Todoist, etc, etc, etc. São todos entusiasmantes e com particularidades e mais-valias diferentes, no entanto nenhum deles era suficiente por si só. Tinha que conjugar mais do que um sistema e isso começou a “mexer” com um dos meus pilares, Simplificar-me. Eu não quero mais coisas na minha vida, eu quero menos para poder viver mais.
Imagem

Fiquei com o Google Calendar porque me ajuda com os alertas, mas abandonei os outros sistemas de organização.

Agora, estou a experimentar o Bullet Journal. Pareceu-me muito interessante, intuitivo, não exige nenhum gasto, nem nenhuma particularidade, a não ser um caderno e uma caneta. Permite ter uma visão anual, mensal e diária. Caso queiramos, podemos incluir áreas temáticas (eu tenho, o planeamento das publicações no blog e no facebook). A cereja no topo do bolo é que como se vai fazendo, o desperdício de papel é menor e temos maior decisão sobre a organização que vamos fazendo, podendo alterá-la de mês para mês. Ou seja, permite mais liberdade e exige-me menos esforço…hurra, hurra.

Até agora tenho adorado. Simplesmente adorado. Concilio todas as minhas actividades e o planeamento não me leva mais de 5 minutos por dia. As verificações e actualizações são muito rápidas porque o sistema é bastante simples e por isso mesmo muito intuitivo. Está tudo muito acessível.


Deixo-vos o vídeo explicativo. A experimentar.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Liberdade, o que é isso?

Quando decidi fazer o calendário mensal para o crescimento espiritual, defini que o mês de julho seria o da liberdade, queria apostar em ser uma pessoa livre. Livre de condicionalismos e de influências que por vezes inibiam a minha verdadeira natureza de se manifestar.

Quando o mês de julho chegou, algo inesperado aconteceu. Perguntei a mim própria: o que é a liberdade? queres ser livre do quê? queres ser livre para quê?

Imagem
Com estas perguntas procurava uma resposta simples que me ajudasse a desenhar o meu caminho para aquele mês. Mas o curioso é que, as perguntas pareciam tão simples, mas quando as fiz e procurei ser honesta, vi-me sem resposta, fiquei impotente e incrédula. Não conseguia acreditar que algo em que falo tanto, na importância de sermos livres, afinal poderia ser oco, porque eu não estava totalmente segura do conceito subjacente a essa ideia.

Uma das minhas grandes referências é Osho. Gosto do seu pensamento, da forma como interliga as ideias e como concebe a natureza humana. Diz ele: "A tua própria verdade, a tua própria busca, é que te vai libertar; nada mais pode fazer isso por ti".

Assim perguntei, O que é a liberdade?

O que eu procurava na liberdade não era fazer o que quero, não era o caos, nem a indisciplina, o que eu procurava era ser eu própria, ser livre para ser eu própria sem condicionalismos, nem influências.

Desta forma, tomei consciência de que aquilo que eu buscava no mês da liberdade era ser livre, não ser livre de qualquer coisas, mas ser livre para qualquer coisa, para ser eu mesma.

Quando tomei consciência desta realidade, eu que estava pronta para lutar pela liberdade, baixei os braços e deparei-me com a mais simples das verdades, a liberdade existe em mim mesma, sempre cá esteve, fui eu pela minha própria responsabilidade que nunca a utilizei.
Imagem

Percebi, então, que a liberdade exige consciência e responsabilidade, que ninguém me pode dar liberdade, nem eu posso lutar exteriormente por ela. A liberdade vem da aceitação de nós mesmos, nas nossas alegrias e agonias, no que somos de belos e no que somos de feios.

A minha faceta guerreira arrumou, então, a sua determinação e foi, nesse momento que começou a verdadeira jornada pela liberdade. Não reagir, não desobedecer, não obedecer. Ser espontânea, ser responsável, mas principalmente ser consciente.

É um caminho muito solitário, porque quando queremos, realmente ser livres, contamos apenas connosco, porque somos totalmente responsáveis. Não podemos escudar-nos em falsos motivos, nem atirar as culpas das nossas escolhas para outros.

De todas as aprendizagens que já fiz, conscientemente, esta revelou-se a mais difícil, mas ao mesmo tempo a mais reveladora e profícua.

Num outro post, debruçar-me-ei, mais especificamente, sobre a experiência que foi viver o julho em liberdade, para já deixo uma citação de Osho que leio frequentemente e que me tem enchido o espírito de tranquilidade.

"A  liberdade interior é possível. Vai acontecendo à medida que aprofunda cada vez mais a sua consciência. Observe o seu corpo, observe o seu funcionamento mental. Observe e testemunhe todo o processo dos seus pensamentos. E lentamente vai deixando de ver raiva ou ganância, hindu ou maometano, católico ou comunista. Lentamente vai tornar-se ciente de que não é nenhum pensamento - você não é a mente, em absoluto. Você é uma pura testemunha. A experiência de testemunhar é a experiência da liberdade total, mas isto é um fenómeno interior. E uma pessoa que seja totalmente livre interiormente não tem nenhuma ânsia de ser livre exteriormente. Uma pessoa assim é capaz de aceitar a natureza tal como ela é."

Imagem

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Algumas dicas sobre como definir prioridades

A definição das nossas prioridades é uma actividade determinante para o nosso bem-estar, primeiro porque nos projecta para a intenção do futuro, dos nossos sonhos, com execução no presente, atenção no agir agora, depois porque nos exige auto-conhecimento e planeamento.
Imagem
Quando passamos a definir as prioridades da nossa acção deixamos de ser observadores e passamos a ter total responsabilidade pela nossa vida e pela forma como a vivemos. As escolhas que fazemos e as actividades que levamos a cabo, em detrimento de outras, são da nossa responsabilidade.
Eu dou prioridade à minha filha, ao tempo de qualidade que passo com ela, por isso, se surgir uma oportunidade de trabalho que, embora esteja dentro do meu sonho profissional, obste àquele tempo de qualidade eu rejeitarei a oportunidade. É uma escolha consciente, coerente com a minha definição de prioridades, é da minha responsabilidade.
Este exemplo diz respeito a um plano maior das nossas vidas, mas o conceito subjacente é válido também para as pequenas coisas, como por exemplo a gestão que fazemos das actividades profissionais.
Imagem
A gestão pessoal e a gestão de tempo, associadas ao conceito de produtividade baseiam-se na escolha que fazemos das tarefas que temos em mãos. Com tantas exigências e expectativas é natural que por vezes nos sintamos confusos e incapazes de organizar a mente e definir as prioridades.
Senti-me muitas vezes assim até me ter apercebido, depois de ver este vídeo, que há:
· Actividades urgentes e importantes (estas são sempre o topo da lista)
· Actividades urgentes mas não importantes (dado o factor urgente, executo-as em segundo lugar, mas sempre procurando validar a sua verdadeira urgência. Não é por alguém me dizer que algo é urgente que eu acredito. Procuro sempre, antes de aceitar o caracter urgente de uma tarefa, perceber de que se trata e para quando é necessário entregar/ter pronto)
· Actividades importantes mas não urgentes (este terceiro lugar no pódio é o mais seguro para estas actividade, visto que, estando já libertas da pressão das actividades urgentes, poderão ser tratadas com a concentração e dedicação que o seu carácter de importante merece)
· Actividades não urgentes nem importante (apenas uma pergunta, para que servem?)

Para que esta definição de prioridades surta o efeito desejado, ou seja, organize o nosso dia-a-dia e permita uma gestão pessoal e de tempo mais eficientes, devemos ter alguns cuidados:
Imagem
1º - Adopta uma visão ampla sobre quem somos. Nós somos indivíduos, não um conjunto de indivíduos. Temos várias áreas de actuação, mas considerá-las separadas é como se procurássemos subdividirmo-nos! Isso é impossível. Devemos olhar para nós próprios como seres congregados cuja performance depende da forma consistente com que actuamos. Assim, é importante que organizemos as nossas actividades de forma integrada, dando espaço para que, dentro do nosso horário possamos satisfazer e realizar todas as nossas diferentes facetas;
2º - Identifica os pilares da tua organização, ou seja, quais são os assuntos que se deixares cair irão ter efeito dominó sobre outras facetas da tua vida e dá-lhes prioridade;
3º - Identifica o que realmente é importante dentro do teu Rumo Pessoal e dá-lhe prioridade;

4º - Utiliza uma agenda para apontares os compromissos (eventos com data e horário marcados), sim estou a falar a sério, é o modo mais eficiente para que não sejas apanhado de surpresa e comecem a surgir urgências desnecessárias que invalidem todo o teu planeamento.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Pequenos segredos para um dia positivo

Agora, de regresso às rotinas e ao trabalho, há algumas dicas que me parecem essenciais para termos dias mais tranquilos e positivos:

1 – Planeia o dia seguinte – vê o que tens que fazer no dia seguinte, cria a tua to do list e aponta o que precisarás no dia seguinte.

Imagem
 2 – Prepara o dia seguinte – depois de teres a to do list feita precisas de preparar o dia seguinte tanto em coisas rotineiras como preparares a tua roupa, a roupa dos teus filhos, as lancheiras, como em coisas pontuais, por exemplo, se vais ao médico podes precisar levar resultados de análises.

3 – Logo de manhã, espreita a agenda com a to do list e visualiza o dia que queres ter – é importante que, consciente do que terás que fazer, visualizes o dia que queres ter de forma positiva, para que consigas encarar o dia, que está a começar, com optimismo.

4 – Procura que o momento entre o acordar e o sair de casa seja um momento calmo e de harmonia familiar (a minha filha não consegue tomar o pequeno almoço assim que acorda. Precisa, pelo menos, 30 minutos para ir do abrir os olhos ao despertar a mente. Assim, para evitar gritarias e correrias em casa de manhã, optei por acordar mais cedo - faço yoga sem interrupções e tomo banho relaxada - e acordo a miúda 30 minutos mais cedo. Enquanto ela vê desenhos animados, que é o café dela para acordar, eu coloco a maquilhagem, visto-me e arranjo as lancheiras. Depois é só dar-lhe o pequeno almoço e arranjá-la. Como já está desperta e já ganhou energia, é rápida e está toda bem disposta.  
Imagem

5 – Procura ter convívio com pessoas de quem gostes – dar-te-ão momentos de lazer e ao conectares-te com elas aumentarás a tua disposição positiva e a tua alegria.

13 – Dá o melhor de ti – quer seja no relacionamento com os outros, quer seja na execução de tarefas/actividades, esforça-te e dá sempre o melhor de ti, a sensação de dever cumprido e de orgulho em ti próprio é uma fonte de energia e bem-estar.