quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Fazer um ano diferente

Queres fazer um ano diferente?

Queres que 2018 seja o ano em que começas a concretizar os teus desejos? A gerir verdadeiramente os teus sonhos?

Bem, bem, presta atenção à primeira frase que escrevi. Queres fazer um ano diferente? Atenta no verbo. Fazer! Não é queres ter um ano diferente? Não. É fazer. Queres fazer um ano diferente? Queres fazer diferente para começares a ter resultados diferentes?

Sabes é que se continuas a fazer o mesmo que sempre fizeste então é natural e justo que recolhas o que sempre recolheste. Não te parece?

Vou supor que queres fazer diferente. Queres fazer com que as coisas, os teus planos comecem a se concretizar. Então meu amigo digo-te, espreita os teus hábitos.
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Os hábitos são aqueles comportamentos que temos que de tanto os repetirmos se tornam automáticos e nem damos conta de que os estamos a fazer. Ficam incorporados no nosso comportamento. O problema dos hábitos é que se enterram tanto no nosso inconsciente que por vezes é difícil de perceber que lá estão.

O bom dos hábitos é que todos eles têm uma motivação, ou seja, todos eles foram gerados pela uma intenção nossa. Para mudarmos um hábito de forma eficiente temos que perceber qual é a motivação que está por detrás do hábito. Pode ser, por exemplo, nervosa. Gerei um hábito que me permitisse relaxar. Para mudar esse hábito eu preciso de satisfazer essa motivação, essa necessidade de uma outra forma.

Mas tem atenção, os hábitos podem prejudicar a tua acção de duas formas:

- faças algo que não queres/deverias fazer (ex. consultas as redes sociais)
- não fazes algo que deverias fazer (ex. não fazes exercício físico)

Se realmente queres ser livre para gerires o teu futuro, para planeares com sentido e com a certeza de que irás concretizar, é necessário que avalies os teus hábitos e percebas quais são os que te atrasam e quais aqueles que precisas introduzir na tua vida para que os teus planos possam fluir e concretizar-se.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Tu és um todo

Cada um de nós é um conjunto muito complexo de ligações, estados, pensamentos e emoções, necessidades, vontades, convicções, valores e todos nós estamos inseridos numa realidade complexa de relações, dependências, procedimentos, leis, regulamentos, limitações, obrigações. Tudo isto, toda esta realidade complexa não pode ser esquecida quando pretendemos estabelecer as nossas metas, quando planeamos o nosso futuro.

De que serve estabelecer um objetivo, como ir ao ginásio, se não tenho dinheiro para o fazer? Ou se não tenho agenda para o encaixar? De que serve? Apenas para me frustrar por não ter conseguido concretizar. Essa é a diferença da gestão de sonhos. É que gerir os teus sonhos, os teus planos, pressupõe que faças essa análise para perceber qual é a tua realidade e o teu ponto de partida. Só a partir desta base é que será lúcido e justo começares a definir os teus objetivos. 

Mas mais do que o que está no nosso exterior, é aquilo que está no nosso interior que devemos procurar conhecer. Carl Jung tinha a ideia de que o ser humano é como um iceberg, apenas 5% de quem nós somos se deixa ver à superfície. Todo o resto de nós, os 95% está escondido, submerso no nosso inconsciente.

Aquilo que nós usamos como alvo para os nossos objetivos é o comportamento, devo fazer isto, para conseguir aquilo. No entanto, para que consigamos ser bem sucedidos temos que ir um pouco mais fundo e perceber que é nas convicções que está a maior parte das nossas dificuldades de acção. 

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É através das convições que nós filtramos a nossa perceção do mundo e elas podem minar-nos quando nos informam daquelas "certezas" que nos limitam e nos retiram a liberdade de ação e, consequentemente, impedem a feliz concretização dos nossos projetos.

Mas a boa notícia é que as convicções não são imutáveis, nós temos o poder de as alterar. É necessário estar em constante vigília por forma a quando identificamos a sua presença conseguirmos fazer-lhes frente com outras convicções, mas agora positivas e promotoras.

Por isso o que te digo é prepara-te como deve ser. Gerires os teus sonhos, fazeres planos para o futuro e delineares metas não é sentares-te e escreveres aquilo que gostava que fosse. Se queres ser honesto contigo próprio começa por:

- analisar a tua realidade
- perceber o teu sistema de valores e a tua identidade
- identificar as convicções que te limitam e que te podem boicotar.

Este será o teu mapa e a tua bússola, com eles conseguirás rumar com segurança e no sentido em que tu queres ir.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Metas ou objetivos?

Isto de gerir sonhos, de estabelecer metas, objetivos, de definir caminhos e projetos tem muito que se lhe diga. Alguma coisa há que faz com que uns consigam concretizar e atingir o que estabeleceram, enquanto outros ficam aquém e vão desistindo, todos os anos um pouco mais.


Eu estive neste último grupo durante muito tempo e é por isso, com a experiência que tenho, que te digo, a primeira coisa a fazer, se queres passar para o primeiro grupo, é perceberes do que estamos a falar. Há controvérsia sobre o que é uma meta e o que é um objetivo. Qual deles se encaixa no outro, qual o maior. Quanto a mim, balelas. Mas isso sou eu, claro, dizes tu. Mas tem atenção, não sou só eu, é também o que pensa o Christian Barbosa, especialista em produtividade. Ora escuta e não te deixes perder em significâncias muito pequeninas e sem interesse nenhum. 




terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Vais gerir sonhos?

E aqui estamos nós, no último mês do ano. 

2017 está perto, pertinho do fim e chegou a hora de olharmos para nós mesmos e de ver o que conseguimos e o que queremos conseguir, enfim as tão desejadas e mal tratadas metas de início de ano 😉. 

Confesso que desde que faço a revisão semanal e a mensal, vou analisando a progressão dos meus projetos com muita regularidade e tenho uma consciência bem clara do que consegui e do que não consegui e do que gostaria de vir a conseguir. Como já tenho dito, para mim o verdadeiro início do ano é setembro, porque toda a minha vida roda em torno do calendário escolar, mas a verdade é a verdade e não consigo passar por esta altura sem fazer uma introspecção, por acertar agulhas. É quase um check point.

E nada mais oportuno já que a sábia linha editorial nos diz que este é o mês de reflectir sobre a gestão dos sonhos. Que curioso, não achas?, gerir sonhos. Um absurdo...quase. Mas pensa, como podemos fazer isso? Bem, gerindo as nossas vontades, os nossos desejos, aquilo que gostaríamos de ser, de ter, de fazer e transformando todas essas nossas aspirações em projetos, concretizáveis. Pois, nem mais...gerir sonhos, os nossos sonhos.
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Por isso, aquilo que te proponho este mês é que faças uma reflexão, uma introspeção sobre quem és e quem gostaria de vir a ser. Quais são os teus sonhos? Sonhar não é só com coisas gigantescas, é também o pequenino. Eu sonho em ter tempo de fazer um bolo todos os fim de semana para acompanhar o chá da tarde...bem pequenino este meu sonho, não achas? Mas não tem sido fácil de concretizar, sabes porquê? Porque não tinha as condições necessárias para o fazer. Primeiro tive que ajustar o meu horário e as atividades de forma a poder encaixar essa tarefa, afinal não tem sentido fazê-la ao domingo ao fim da tarde, pois não? Então terei que encaixar à sexta-feira ao final do dia...pois. Tenho que ver se é possível Tenho também que ter a certeza que bolo quero fazer, que ingredientes preciso, não quero acrescentar mais uma ida às comprar porque vai stressar-me. Então, para que fazer o bolo, o meu sonho lindo e pequenino, seja possível, eu tenho que me preparar, reflectir sobre as condições que tenho e as necessidades que isso exige. Tenho de decidir, bolos a fazer, ingredientes preciso, quando irei às compras, o momento para fazer o bolo....tudo. Isto tudo é gerir o sonho. É tornar aquela vontade de ter um bolo de conforto nos chás de fim-de-semana realizável e depois...bem, resta-me cumprir o plano e apreciar o prazer do sonho concretizado.

Mas isto é um sonho pequenino, os grandes...bem, ui, mais complexo dizes-me tu...talvez, se calhar não, o processo é mais ou menos o mesmo, o que acontecerá é que as etapas serão mais, demorará mais tempo a realizar.

Que te parece? Vamos surfar esta onda este dezembro? 
Pensa, o que gostarias de fazer, de ter, de ser e como poderias começar a concretizá-lo em 2018?

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Não deixes o medo parar-te

O medo e a preocupação, que é uma forma de medo menos acentuado, são emoções que nos podem paralisar. São, normalmente desencadeados pela existência de perigos, ou pelo menos pela nossa consideração de que estamos perante um perigo ou uma situação que pode potencialmente representar um perigo. Este alerta de perigo pode advir de estarmos perante o desconhecido, perante uma situação que consideramos ser prejudicial em termos sociais, por estarmos a ser avaliados ou porque sentimos que o nosso bem estar pode ser ameaçado.

O medo pode advir de muitas outras situações, mas todas elas têm o seu centro num único motivo, tememos pela nossa sobrevivência, física, moral ou social. É por isso  que esta emoção se torna tão forte, é que é quase visceral e é por isso mesmo que nos pode paralisar. De facto, o medo gera uma reacção de foco absoluto. Ou seja, quando nos sentimos em perigo a nossa atenção é toda, toda canalizada para aquilo que de mal nos pode acontecer. Tudo o resto, todas as outras possibilidades, tudo o resto que nos rodeia desfoca e tornasse demasiado ténue.
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É pois imperativo, para uma mente sã, que combata o medo na sua forma extrema. Não queremos acabar com esta emoção, claro que não. O medo permite-nos sobreviver porque nos ajuda a estabelecer limites para as nossas possibilidades de acção, ao mesmo tempo que nos avisa  de factores que podem vir a representar perigo. 

Mas não queremos viver controlados pelo medo, pela preocupação. Não queremos que nos amarre e não nos deixe caminhar livres, pois não? Como fazer, então?

Bem, bem o princípio é tomarmos consciência de que estamos a sentir medo. Uma vez esta consciência temos que desvalorizá-lo, podemos argumentar contra, por exemplo "quais são as possíveis consequências desta situação? São assim tão graves?", podemos criticá-lo "existe razão para este medo?, a situação representa mesmo perigo?"

Mas se quiseres ir um pouco mais longe, usa o teu medo em teu benefício, usa-o como meta de superação, vê na situação que te amedronta uma oportunidade para evoluíres. Mas não o faças cegamente, não é encher o peito de coragem e avançar. Isso é tolice. É preparas-te para a situação e enfrentá-la com sabedoria, preparação e coragem. 

Lembras-te de alguma situação em que não fizeste algo por medo? Como te poderias ter preparado? Como poderias ter argumentado? Como poderias ter utilizado o teu medo em teu próprio benefício?


terça-feira, 28 de novembro de 2017

Aceitação e Perdão

A aceitação é uma peça fundamental para uma vida feliz e para o nosso desenvolvimento enquanto seres humanos, enquanto gestores de emoções. A aceitação não é resignação, nem comodismo. A aceitação é sabedoria e serenidade. Na verdade a nossa vida pode distinguir-se em duas áreas:

– aquela que podemos mudar

– aquela que não podemos mudar 

E o maior sinal de sabedoria é quando sabemos distinguir as situações, se estamos perante algo sobre o qual temos influência, ou não. A partir daqui podemos agir e mudar, se for esse o caso, ou aceitar caso estejamos perante uma situação que nos foge totalmente ao controlo.

Só com o facto de reconheceres  e distinguires as situações, já conseguirás diminuir a tua ansiedade e angústia e ter uma conduta mais serena. E vê bem, se estás triste porque tiveste uma perda muito significante para ti, então estás perante uma situação que não podes mudar. Não poderás trazer a pessoa de volta, tens então de aceitar. Esta aceitação diminuirá a tua revolta, a tua auto-comiseração. Esta aceitação fará com que consigas encaixar aquele acontecimento como algo próprio da vida e assim também será próprio que chores a dor e, aceitando desta forma a tua emoção, vivê-la-ás e deixá-la-ás passar e diluir-se.
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Ou seja, a aceitação altera a forma como nos relacionamos com as nossas emoções, dotando-nos da capacidade de sermos intencionais e assim deixamos de ser dominados pela emoção porque tornamo-nos conscientes da forma como agimos.

O perdão é outro pilar fundamental de uma estratégia para a felicidade. Quando não perdoamos significa que estamos a reviver a dor como se ela estivesse a acontecer no presente. Qualquer responsabilidade que os outros poderão ter tido no acontecimento que te gerou dor desapareceu, ficou no passado. Agora só tu és responsável pela dor permanecer. Tens de perdoar. 

Tu não tens que gostar daquelas pessoas, tu não tens que ser amigo delas. Mas tens que te distanciar do acontecimento, das suas acções. Tens que te libertar dessa carga emocional que prejudica as tuas emoções.

Perdoa-te por teres permitido que aquilo acontecesse. Muitas vezes responsabilizamo-nos pelo mal que nos acontece e que é esta responsabilização que não nos deixa prosseguir. Tenta perceber que a forma como agiste naquela altura foi a que conseguiste. Era a única possível para quem eras no momento e para os recursos que tinhas ao teu dispor. Mesmo que hoje fizesses diferente, naquela altura não podias ter feito melhor, não sabias mais. 

Qualquer um destes pilares, a aceitação e o perdão, evoluem de uma capacidade muito importante e que deverás desenvolver se pretendes ter uma gestão das tuas emoções. Estou a falar do desapego.

O desapego é colocares-te em posição de observador. É olhares para as tuas emoções consciente de que as podes gerir. De que elas são tuas, mas não são tu. Tu não és as tuas emoções. Tu és muito mais. Tu podes e deves filtrar os teus pensamentos, as tuas emoções. Deves compreendê-las, perspectivá-las na sua verdadeira dimensão, uma manifestação do que estás a sentir, nada mais. Não mandam nas tuas reações, não te obrigam a agir. 

Desapega-te, tu és mais. Tu és  muito mais. Aceita. Perdoa. Evolui. 


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Exercício: Atenção plena para a gestão emocional

A gestão emocional é uma das áreas mais relevantes da gestão pessoal. Através delas muitos dos nossos problemas, achaques e dificuldades desaparecem...parece magia. Mas não é uma gestão fácil, pelo contrário é talvez a mais difícil e, por isso mesmo, há uma série de exercícios que podem ser feitos para melhorar a nossa capacidade de gerir emoções.  

Um dos exercícios que considero mais preponderante e mais eficaz é a atenção plena, ou mindfullness, ou seja a capacidade de observar o que se passa connosco, sem interferir, sem julgar. Não é nada difícil, mas requer treino. A boa notícia é que podemos treinar em qualquer lugar e nas atividades rotineiras da nossa vida.

Ora experimenta, dois pequenos e simples exercícios:

Toma um banho em atenção plena: presta atenção à água a cair sobre o corpo e escorrer pela pele, a  sua temperatura. Presta atenção aos aromas dos produtos que utilizas no banho e à forma como eles actuam no teu estado físico. 
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Come uma maçã ou bebe um café em atenção plena: Toma atenção ao aspeto da comida/bebida, sem julgar, não penses está madura, ou verde, olha e observa as suas características sem julgares. Sente o seu cheiro, sente a forma como entra na tua boca, as suas texturas. Verás como a tua comida ou tua a bebida irão ganhar vida e um valor muito superior aquele que lhe dás normalmente.

Vês, podes praticar mindfullness em qualquer lugar, não é preciso seres um guru da meditação, nem ter tempo de sobra. Só precisas de querer ver a vida de uma forma diferente, mais consciente. Assim que adquiras este hábito, a observação e a compreensão das tuas emoções será um caminho lógico e não exigirá esforço. Fluirás para o presente consciente e aqui terás uma porta aberta para o  conhecimento das tuas emoções, dos teus gatilhos que te levam a reagir sem pensar. Poderás assim ser dono das tuas reacções e controlar, em teu próprio benefício, as tuas emoções.  

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Dicas para Gestão Emocional no Trabalho

As organizações não podem viver só de profissionais extremamente inteligentes. O segredo de uma organização de sucesso, seja de que atividade for, é um ambiente de trabalho estável e harmonioso. E este consegue-se, não pela ausência das emoções, mas pelo controlo, ou melhor, pela boa gestão do estado emocional.

Exemplos de situações em que não existe inteligência emocional:
- comentário inapropriados
- competição exagerada
- piadas inadequadas
- reclamações ou revolta exagerada
- procrastinação

Qualquer uma destas situações, e muitas outras que para aqui poderia trazer, influem negativamente quer no desempenho profissional, quer no próprio ambiente de trabalho, na medida em que geram um ambiente tenso, pouco empático, desmotivador e, consequentemente, improdutivo.

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Mas a importância da gestão emocional no ambiente de trabalho não tem apenas que ver com o relacionamento com o outro. Também na relação connosco próprios e com as situações a gestão emocional pode ser preponderante. Qualquer ambiente laboral é propício a imprevistos, a contrariedades, a stress e a desafios. O facto de um profissional não reconhecer as suas próprias emoções e não perceber que situações é que geram  os seus estados de espírito, ou seja, quais são os seus gatilhos emocionais, leva-o a agir impulsivamente e de forma, muitas vezes, desadequada.

É por reconhecer toda a importância da gestão das nossas emoções que hoje te deixo dicas de como poderás controlar melhor o teu estado de espírito no trabalho, tornando-te num profissional mais assertivo e estável.

Aqui ficam:

- tem uma atitude disponível e positiva para com os outros e perante os desafios que surgem.

- a postura profissional é peça fundamental para a criação de um ambiente de trabalho "clean".

- garante que as tuas necessidades fisiológicas estão satisfeitas, pois estares com fome ou com frio aumenta o teu mal-estar e a tua irritabilidade, tornando-te numa pessoa mais reativa.

- percebe as tuas emoções, os teus gatilhos e sempre que tomares consciência de que estás a começar a perder o controlo do teu estado de espírito, das tuas emoções, usa um dos exercícios de que te falei aqui.

- não percas de vista que as emoções são passageiras....tem calma, deixa-as passar.


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Como posso eu ser quem sou?


"Você pergunta: Como posso eu ser quem sou? 
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Basta libertar-se das pretensões, desta necessidade compulsiva de ser outra pessoa, do desejo de ser como Cristo, Buda ou o seu vizinho. 

Liberte-se da competição e da comparação e será quem é. A comparação é um veneno. Você está sempre a pensar em termos daquilo que os outros conseguem. Os outros têm carros e casas grandes e você sente-se infeliz. Eles têm mulheres lindas e você sente-se infeliz. Eles sobem na hierarquia do poder e da política e você sente-se infeliz. 

Se você se comparar, acaba por imitar. Se você se comparar a pessoas ricas, vai começar a correr em direcção a esse objectivo. Se se comparar a pessoas eruditas, vai começar a acumular conhecimentos. Se se comparar aos chamados santos, vai começar a acumular virtudes - mas estará apenas a imitar. 

E imitar significa perder a oportunidade de ser quem você é.

Liberte-se de comparações. Você é único." 

OSHO in Alegria. A felicidade interior.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Olá tristeza!

Ao contrário do que normalmente pensamos, não há boas ou más emoções, há emoções ponto final.

As emoções têm o poder de gerar em nós sensações agradáveis ou, pelo contrário, desagradáveis e,  como tendemos a querer apenas o agradável, acabamos por rejeitar todas as emoções que não nos tragam imediato prazer, procurando, muitas vezes, não sentir. 

Concordo que a alegria e a excitação, por exemplo, são muito mais apetecíveis do que a melancolia ou a tristeza. No entanto, qualquer uma delas é importante e não devemos, de modo algum, rejeitá-las. 

As emoções são antes de mais um alerta, são um sinal que nos conduz na nossa sobrevivência. O medo alerta-nos para uma situação de perigo, a raiva para uma afronta à nossa integridade, a tristeza para uma situação de perda. Em qualquer um dos casos, a emoção em causa, se apreendida na sua verdadeira essência, de  guia, permitir-nos-á adaptarmo-nos à situação que nos "ameaça" e, de forma equilibrada, mantermo-nos em atividade. 

Por isso, quer seja tristeza, quer seja alegria, quer seja medo ou raiva, aceita a emoção que estás a sentir, tenta percebê-la e agir de acordo com o que sentes. Se estiveres a sentir tristeza, diz-lhe olá e vive-a, porque a tristeza não é tua inimiga, é antes a ponte para que possas desapegar-te de um desgosto, pois vivendo-o irás deixá-lo seguir o seu caminho.

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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

5 saberes da inteligência emocional

Há um conjunto de estudos que comprovam que o ato de sentir, de onde partem as emoções, não está desligado da nossa razão. Na verdade, acredita-se cada vez mais que a nossa inteligência funciona de forma integrada, tendo o cérebro dois lados, o de raciocínio lógico e o emocional. Estes dois lados trabalham em conjunto e nenhum deles, isolado, garante em absoluto o bom desempenho do indivíduo.

Certamente que concordas que uma pessoa extremamente inteligente, em termos lógicos, pode obter resultados catastróficos em termos profissionais por não conseguir gerir o fator emocional.

Foram Peter Salovey e John Mayer que primeiro utilizaram o termo inteligência emocional para significar a inteligência de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Esta inteligência abarca um conjunto de cinco saberes:

- conhecimento das próprias emoções, é através do conhecimento e da compreensão das nossas emoções que conseguimos discernir a sua relevância e significado. Se soubermos o motivo das nossas emoções, facilmente deixaremos de estar à sua mercê e rapidamente conseguiremos agir em nosso benefício.
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- gestão das emoções, a gestão emocional tem um benefício enorme, o da estabilidade emocional. Se conseguirmos compreender as nossas emoções e gerir-las de forma a que tomemos controlo das situações, mesmo no meio da turbulência, conseguiremos manter-nos tranquilos e estáveis, porque conseguiremos sentir sem agir em reação imediata.

- automotivação, é o mesmo que dizer utilizar o potencial existente, ou seja, ter a capacidade de adiar o usufruto de uma recompensa, focando no benefício futuro em detrimento do presente. Esta capacidade é determinante para a produtividade e para a capacidade de concretização.

- empatia, é perceber os outros, o que estão a sentir, as suas emoções e tem dois benefícios distintos que se completam. A pessoa empática irá, por um lado, ser capaz de se mover de forma mais fluída no contexto social, na medida em que consegue perceber as emoções dos outros, retirando os benefícios que isso que lhe irá trazer. Por outro lado, ao conseguir perceber os outros conseguirá evitar situações melindrosas que exigiriam uma boa dose de gestão emocional.

- gerir relacionamentos, aqui podemos ter em mente a gestão de conflitos, a influência, o espírito de equipa, enfim. Conseguirmos gerir eficazmente os nossos relacionamentos significa que conseguimos gerir as nossas próprias emoções, conseguimos ter empatia para perceber as emoções dos outros e agir em conformidade com todo este conhecimento com vista a um objetivo que pode não ser imediato. Muitas vezes, o resultado de uma boa gestão de relacionamentos demora muito tempo até mostrar os seus frutos.

A gestão emocional é, então, a habilidade de estar perante uma situação problemática e conseguir controlar as emoções, não é deixar de sentir, é percebê-las e agir intencionalmente de forma a que não nos dominem mas, pelo contrário, nos permitem ter um comportamento mais assertivo e positivo para connosco próprios e para com os outros.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Queres uma ajuda? Gere as tarefas recorrentes.

O que são tarefas recorrentes? São aquelas tarefas que tens que fazer com bastante frequência, que ocorrem com alguma regularidade. Dou-te dois exemplos, todos os meses tenho que fazer a transferência para pagar o colégio da minha filha e todas as semanas tenho que fazer a ementa semanal. Como estas, há um conjunto ainda grandinho de tarefas que vou fazendo com uma regularidade variável. Há aquelas que são semanais, há a mensais e ainda há as semestrais ou anuais. 

A gestão de tarefas recorrentes auxilia bastante o nosso quotidiano, visto que coloca, quase, em piloto automático uma parte da nossa vida, deixando a nossa mente liberta dessas preocupações e focada em assuntos mais importantes e que precisam, de facto, da nossa atenção.

No meu caso, que faço a gestão das tarefas recorrentes tanto para a esfera pessoal como para a esfera profissional, utilizo os calendários electrónicos. No âmbito do trabalho uso o outlook  e no pessoal uso o google calendar. Faço esta divisão para evitar que o calendário pessoal fique demasiado sobrecarregado com tarefas que só podem ser feitas no contexto laboral. Claro que no caso de atividades ou tarefas que sejam muito relevantes e que exijam uma atenção especial irei agregá-la ao calendário pessoal, mas só nestes casos.
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Como funciona? Outro exemplo, os filtros do ar condicionado devem ser limpos regularmente, para não me esquecer, coloco na agenda que semestralmente devo limpar aqueles filtros e acciono o alerta. Já não preciso pensar mais no assunto pois de seis em seis meses lá aparece no visor do telemóvel o alerta - "Limpar AC". É um funcionamento muito simples, não achas? Basta agendares no teu calendário e colocares o alerta, tão, tão simples.

Em atividades recorrentes que exigem um conjunto de pequenas etapas, utilizo o mesmo método, pois acredito que quanto menos forem os nossos métodos e instrumentos, melhor nós funcionamos com as ferramentas. No entanto, neste caso quando introduzo a tarefa e acciono o alerta, faço uma descrição das várias etapas. Mais um exemplo, todas as sextas-feiras faço a revisão semanal, com a gestão de tarefas recorrentes que tenho é certo que todas as semanas, à sexta-feira, o telemóvel vai tocar e quando olhar para o visor vou ler: Revisão Semanal, na descrição aparecerá Rever Semanal, Consultar Compromissos, Rever Projetos, Planear Semana, Fazer Emental, Fazer Lista de Compras, Fazer Lista de To Do Semanal. E voilá, não há como me passar ao lado...se não fizer é porque optei por não fazer.

A gestão de tarefas recorrentes é uma garantia que podes relaxar pois não te irás esquecer de nada importante e que a tua vida fluirá muito tranquilamente.


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Vamos praticar .... gestão emocional

No último post vimos que a gestão emocional é uma competência que pode ser aprendida e desenvolvida. O que é uma boa notícia, não achas?

Mas como tudo o que pode ser aprendido, para o conseguirmos dominar precisamos de exercitar, de treinar. Não conseguirás correr uma maratona se não treinares com bastante afinco. O mesmo se passa com a gestão emocional e, por isso, hoje trago-te exercícios muito simples mas que se os fores fazendo regularmente depressa te darão um maior domínio do teu estado de espírito e das tuas reações.

altera a posição do teu corpo ou muda de local, não é à toa que se diz "vai dar uma volta para acalmares, vai espairecer". A verdade é que as nossas emoções são passageiras e a melhor forma de as fazer passar é mudar o foco da nossa atenção. Por vezes basta mudar a posição do corpo para que a nossa atenção seja desviada. Se isso não resultar, muda de ambiente, saí, vai para outra sala.

-  respira fundo e controla momentaneamente a tua respiração, aqui também o factor determinante é o nosso foco, ao focares a tua atenção na respiração, o motivo que gerou a emoção irá tornar-se turvo e com isso perderá a força.

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- separa-te da emoção, procura observar a tua emoção como se não fosse tua. Desliga-te dela e verás como perde a sua força.

- questiona a emoção que sentes, duvida da convicção que está subjacente àquela emoção (ex. enervaste com o teu filho porque não faz o que lhe dizes de imediato. Estarás a aborrecer-te pelo que ele está a fazer ou porque estás convicto de que está a colocar a tua autoridade em causa? Se for este último caso, então quem te enervou, não foi o teu filho, foi o teu ego!)

argumenta, sempre que sentires uma emoção que se incomoda, procura a sua razão de ser e depois argumenta contra. Por exemplo, sentes-te triste porque uma amiga não te respondeu à mensagem. A emoção fica desenfreada, é tristeza, é indignação...enfim. Contra-argumenta com todas as possibilidades válidas e positivas que existem para ela não te ter respondido. Isto irá criar um equilíbrio nas tuas emoções e conseguirás manter-te sereno.

Vamos aos treinos?



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Gestão emocional

Gestão emocional não é agarrar numa agenda e toca de colocar à segunda-feira sinto tristeza, à quarta-feira alegria. Não. Gestão emocional é a capacidade de controlar o estado de espírito, tanto o próprio como o dos outros. Mas atenção, não é controlar no sentido de "não podes sentir tristeza", até porque as emoções devem ser sentidas. É controlar no sentido em que mesmo no meio de um turbilhão de emoções se consegue manter serenidade. É conseguir olhar as emoções, percebê-las e colocá-las no seu devido lugar. Quando estamos tristes temos a tendência para ver tudo negro e bem, isso arrasa connosco, com a nossa energia. Uma pessoa com uma boa gestão emocional passará pelo dia de tristeza sabendo, em primeiro lugar a que se deve a tristeza, em segundo lugar que se trata de uma emoção e como tal é passageira. Não lhe dará, por isso, uma magnitude exagerada. Vivê-la-á, aceitá-la-á e deixá-la-á seguir caminho e diluir-se. 

Então, gerir as emoções é recusar ser comandado, é resgatar o poder, não ficando sujeito aos impulsos, nem ao sabor do nosso humor. É procurar viver tranquilamente, sem a montanha russa que pode ser o reino das emoções vividas à lupa.
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 Para conseguirmos gerir as nossas emoções é preciso que nos responsabilizemos. Não são os outros que têm poder sobre aquilo que nós sentimos, somos nós próprios que decidimos dar importância, focar a nossa atenção naquilo. Na verdade aquilo que nos causa agitação não são os acontecimentos em si mesmos, são os nossos pensamentos sobre os acontecimentos e a forma como decidimos lidar com esses pensamentos.

Dou-te um exemplo: Alguém te grita e tu enervas-te, tens duas possibilidades:

a) pensas: que injustiça, eu não merecia que me tivesse grito e aumentas o acontecimento e desenvolves a auto comiseração e a raiva.

b) pensas: esta pessoa não consegue controlar-se, ela tem um problema devia mesmo procurar gerir melhor o seu estado de espírito.

Na primeira transformaste-te numa vítima, na segunda assumiste o papel de observador e desligaste da ação do outro de modo que não te afetou pessoalmente. 

Há algumas pessoas que têm de forma inata uma inteligência emocional muito desenvolvida, outras não. Mas a boa notícia é que esta é uma capacidade que se aprende e desenvolve. Não será de um dia para o outro, mas se quiseres poderás transformar-te numa pessoa com uma excelente capacidade de gerir as suas próprias emoções e com isso irás ganhar muita qualidade de vida e muita tranquilidade. 

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Projetos de sucesso

Nem todos os nossos projetos têm sucesso, isso é certo. Mas também é verdade de há algumas pessoas que conseguem concluir satisfatoriamente os seus projetos mais vezes do que as outras, e porque será? Poderá ser a força de vontade e a autodisciplina. Sim, também são importantes, mas mais do que isso, o que pesa mais na conclusão dos projetos é a forma como são começados.

Falamos de atitude, de planeamento, de preparação. Estes são os 3 princípios base de um bom projeto. 

Atitude
Não adianta começares algo que não tens confiança que será bom para ti ou que é possível ser concluído. Quando começas com uma atitude hesitante ou desconfiada não colocas todo o teu empenho e, sem ele, o projeto não será bem encaminhado.

Para além da confiança, a tua atitude tem que estar alinhada com a intenção do projeto, tens que ter bases mentais que te permitam focar o teu objetivo, não pode ser algo abstrato na tua mente, tem que estar incorporado na tua atitude, na tua postura, tem que estar dentro de ti.
Preparação 
Depois vem a preparação, porque por mais confiante que estejas da potencialidade do teu projeto se não te preparares, se não procurares conhecer as características e necessidades do trabalho que tens em frente, a tua força de vontade sucumbirá. A preparação é fundamental e neste âmbito está o reconhecimento das necessidades, a reunião dos recursos que serão precisos, teres as referências, de pessoas, ou livros, que te possam ajudar em momentos de impasse ou te dificuldade.

Planeamento 
E por fim o planeamento. Quando temos algum projeto em mão, ou vários, a nossa vida não pára. Tudo  o resto continua tal como se não houvesse o projeto, as rotinas, o quotidiano, os compromissos, tudo! O planeamento serve para evitar esta armadilha que é o dia-a-dia. Quando te planeias, irás estabelecer prazos para as várias etapas do projeto, irás acondicionar as necessidades que advirão do projeto dentro da agenda do dia-a-dia. Com isso irás evitar, por um lado que por exigência das rotinas acabes por não pegar no projeto tanto quanto seria necessário para levá-lo a bom porto e por outro lado, porque o teu planeamento já terá em conta a tua agenda e por isso estará devidamente adaptado à tua realidade.

Sabes, há muitos projetos que morrem na praia por falta de um destes três princípios base. Garanti-los é uma chave para o teu sucesso,, para que consigas concretizar os teus objetivos, os teus projetos.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O teu ego e os teus amigos

Sabias que aquilo que mais atrapalha as relações humanas é o ego de cada um nós? São as expectativas de que temos uns em relação aos outros. São as convicções que temos de que as nossas ideias são as certas. Queres pensar um pouco sobre isto? Espreita.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O teu melhor contacto!

Conexão, conetividade, ligação, relação, contacto, amizade...mil e uma palavras que acabam por significar o mesmo, a nossa ligação aos outros. Ao longo do mês de outubro temos vindo a pensar sobre este assunto, sobre a forma como nos ligamos aos outros. Acredito que os postes deste mês ajudaram a refletir sobre o tema e a incentivar a uma maior conetividade e, principalmente, a aprofundá-la de forma intencional e consciente. 

Mas nenhum deles falou sobre a ligação mais importante que podemos fazer. Aquela que mais preponderante será na nossa vida. Esta ligação é muitas vezes esquecida e mal tratada, relegada para último lugar. Esta ligação é connosco próprios.

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Nós somos o centro do nosso mundo. Olhamo-lo através dos nossos olhos, percepcionamo-lo através do nosso corpo. A mente, as emoções são nossas. Têm a sua residência em nós. É a este centro que devemos dedicar a maior atenção. É a ele que nos devemos ligar primeiramente e a ele que devemos sempre regressar.

Para isso, para esta ligação a nós próprios é preciso iniciarmos o caminho de autoconhecimento, sabermos o que queremos, o que é importante para nós. Conhecermos as nossas emoções e perceber as razões das nossas reações. Aceitarmos as nossas dificuldades e orgulharmo-nos das nossas forças.

Se esta ligação connosco próprios estiver sã, se for bem construída, se estiver assente em terreno sólido, então todas as outras ligações serão mais fluídas e genuínas.

Por isso, se queres investir na tua conetividade, que queres empenhar-te em aumentar ou melhorar a tua network, ou simplesmente ter uma vida social de significado, o primeiro passo que deverás dar é: Sê o teu melhor amigo. Liga-te a ti mesmo. Tu és, sem dúvida, o teu melhor contacto.





segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Os teus amigos virtuais

Não é incentivar a amizade virtual, é a crença em que pudemos utilizar as redes sociais a nosso favor. Concordo que não há encontro pessoal que possa ser substituído pela conversa virtual. Apoio a ideia de que não há conversa cara a cara que possa ser trocada por palavras escritas no telemóvel. Mas sejamos realistas. As redes sociais permitem aquilo que não nos era possível de outra forma. Permitem manter uma ligação quase diária a pessoas cujo quotidiano é tão diferente do nosso, por vezes a quilómetros de distância, e que de outra forma não seria possível. E qual é o mal? Serei eu menos amiga da Vera que não vejo há anos, mas com quem mantenho uma ligação virtual de muitas conversas, ou da Sofia que embora em encontre pessoalmente todos os dias temos muito pouco em comum?

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As redes sociais trazem-nos isso, uma ligação que já não precisa de estar presa ao local e ao tempo, deram-nos a liberdade de sermos amigos daqueles que mais significam para nós, mesmo que estejam muito, muito longe. 

As redes sociais trouxeram-nos mais. Permitem que te ligues a pessoas que têm os mesmos interesses que tu. Que gostam de partilhar ideias sobre aquilo que vos une, que te fazem aprender, que te incentivam a evoluir. E isso é mau? 

Qual é o segredo? O segredo é o equilíbrio e o uso intencional. Não te deslumbres pela facilidade de ligação, mantém-te fiel a quem és. Mantém-te focado naquilo que interessa, a rede social que estás a utilizar é uma ferramenta ao teu serviço, aquilo que nela irás procurar será o que dela irás tirar. Usa-a com sabedoria.




sexta-feira, 20 de outubro de 2017

São só 2 minutos!

No que diz respeito à produtividade, a regra dos 2 minutos é um segredo valioso. Esta regra baseia-se na ideia de que tudo aquilo que pode ser feito em menos de 2 minutos deve ser feito imediatamente. Porquê?  Porque processá-la mais tarde demorará mais tempo do que executá-la no momento.

Se seguires esta regra conseguirás diminuir, em muito, a tua procrastinação, conseguirás também evitar que essas pequenas tarefas venham a interromper-te mais tarde e que se acumulem tornando-se uma gigantesca pedra no teu sapato.

Se cada vez que te deparares com uma tarefa que demore menos de 2 minutos, mesmo que não seja prioritária, nem urgente, nem assim tão importante, a executares de imediato conseguirás concentrar-te melhor naquilo que realmente é importante e obterás uma to do list muito mais tua amiga.

Dou-te um exemplo, chegou um documento que precisas arquivar, é só furar e colocar na pasta, nem 2 minutos demora, porque irás juntá-lo numa pilha, acumulando mais e mais de modo a que quando achares que é importante arquivar aquilo tudo, o monte já é tão grande que te levará uma eternidade a concluir?

Sê amigo do teu eu do futuro, não lhe empurres trabalho desnecessário, faz agora são só 2 minutos. ;-)

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Fortalece a tua network

O que é network? Bem, é uma teia, uma rede de contactos que normalmente associamos à esfera profissional. Mas o seu sentido é mais lato. Quando falo de network, entende que o que quero dizer é a relação que estabelecemos com os outros com um fim específico, sem que isso signifique que seja uma "cunha" ou uma amizade falsa. Significa, apenas, que tu sabes que não consegues fazer tudo sozinho e reconheces que a tua vida será muito mais agradável e bem conseguida se a viveres acompanhado de amigos e de pessoas com quem manténs uma relação de reciprocidade, pode ser uma amizade profunda, pode ser um laço familiar, pode ser apenas uma afinidade profissional, enfim, uma ligação entre duas pessoas que funciona nos dois sentidos.

Mas esta rede, que afinal não é mais do que os teus amigos e conhecidos, deverá ser construída de forma genuína, é essencial sermos verdadeiros com os outros, só assim a nossa rede será fiável, sólida e segura.
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Queres aumentar ou aprofundar a tua network, chamemos-lhe "rede de confiança"? Pois bem, então o melhor é começares por tomar conscienciar do que verdadeiramente pretendes obter dessa rede e do que lhe tens para oferecer, das tuas próprias características, necessidades e vontades. Assim que faças este auto-reconhecimento, ficará desde logo muito claro o  rumo que deverás seguir na construção da tua rede.

Aqui ficam algumas dicas a adoptares no teu rumo:

- faz uma lista dos núcleos da tua vida que pretendes englobar - irás restringir-te ao teu presente ou queres englobar o passado e manter contactos com colegas da escola? Pensa bem onde queres colocar o teu esforço, manter uma rede muito lata exige muito de ti, principalmente do teu tempo e do teu foco.

- cria metas e compromissos contigo próprio - tenho que ir a x eventos por exemplo a nível profissional, isto facilitará consolidar a tua presença como um membro daquele círculo, no caso da organização, e as tuas relações ficarão mais fortes e, consequentemente, irão expandir-se. 

- reflecte sobre as ferramentas que tens ao teu dispor e escolhe as mais adequadas aos teus objetivos e à tua realidade - podes escolher grupos de facebook, podes optar pelo linked in, ou por encontros específicos. A diversidade é enorme, escolhe sabiamente.

- mantém-te informado sobre os assuntos que dizem respeito aos teus núcleos e, principalmente, em relação às pessoas - conhecer as pessoas e estar atento aos seus percursos e vida é uma forma de mostrar interesse e ajudar-te-á a não cometeres erros grosseiros.

- nutre a tua rede de confiança - não adianta fazeres os contactos se depois não te empenhas em que se mantenham sadios. 

- toma a iniciativa - não fiques à espera que as oportunidades venham ter contigo, cria-as.
A melhor dica que tenho para te dar é: Empenha-te! Dedica-te! Dares consistência à tua network é um trabalho de paciência, é um edifício que deverá ir sendo construído, tijolo a tijolo, bem apoiado na tua genuinidade, disponibilidade e na evidência de que és uma pessoa de confiança.

Dá trabalho? Sim, dá. Principalmente, ocupa tempo e exige empenho. Vale a pena? Sim, vale a pena. A tua vida será diferente, estarás sempre com uma rede de segurança que te irá apoiar, incentivar e acarinhar.



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dá o teu melhor aos outros

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Ligarmo-nos aos outros, relacionarmo-nos, movimentarmo-nos na esfera social é muito mais do que receber, é principalmente dar. O nosso ponto de partida para nos conetarmos deverá ser sempre aquilo que nós temos para dar, para oferecer ao outro. Poderá ser amizade, poderá ser companheirismo na esfera profissional, poderá ser a nossa boa disposição para passarmos momentos divertidos. Poderá ser tudo ou muito pouco, o que interessa é que seja o nosso melhor. Não dês aos outros a tua pior faceta, presenteia-os com o teu melhor lado.

Mostra a tua alegria, o teu entusiasmo, deixa-te conquistar pela excitação que é viver e contactar com os outros. Sê humilde, mostra claramente que não pretendes ser melhor do que ninguém, que és apenas tu, por isso sê genuíno. Tem coragem para mostrar as tuas particularidades, aqueles pormenores que te distinguem dos outros. Sê gentil, deixa vincado que não interessa quanto dinheiro tem na conta bancária, nem a profissão que tem para merecer a tua simpatia e delicadeza.

Abre o coração aos outros, não precisas contar a tua vida, precisas apenas de seres quem és e de mostrares que aquela pessoa, que ali está à tua frente, é importante e que lhe dás valor.

Dá o teu melhor.


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ferramentas digitais - quais uso

A semana passada falei-te sobre o meu percurso do papel para o digital, mas não te contei quais são as minhas ferramentas hoje em dia. O post de hoje é para te contar isso mesmo, quais são as ferramentas digitais que utilizo para me organizar.

Evernote - como já te falei aqui esta ferramenta conquistou-me completamente. Assim que consegui dominar o básico da sua funcionalidade, facilmente percebi as suas potencialidades e a forma com iria simplificar a minha vida. Uso-o para :

. todas as atividades que requerem mais do que um passo, os chamados projetos 
. a planificação do blog e a sua linha editorial
. projetos e atividades profissionais (utilizo bastante os lembretes neste ponto, na medida em que me ajuda a garantir que estou em cima dos prazos)
. projetos pessoais de casa (como destralhar livreiro, por exemplo)
. listas e planificações da gestão da casa
. as metas de vida e objetivos mensais
. as listas do To do Mensal


Como vês, o Evernote consegue abranger toda a minha vida, dá-me uma noção de coerência e congrega as várias facetas de quem eu sou e do que faço.


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ColorNote 
Apesar de todas as potencialidades do Evernote, havia uma coisa que eu sentia falta, habituada que estava ao bullet journal, as listas do que tinha para fazer no dia e na semana. Querendo deixar, por completo o papel, encontrei o ColorNote que resolveu totalmente o meu problema. O ColorNote é um aplicativo para o telemóvel que permite criar post'it no visor. Assim que desbloqueio o telemóvel, no visor encontro dois post'it digitais, um com o que tenho para fazer durante a semana (e o CN permite que vá riscando as tarefas à medida que as vou fazendo) e outro com aquelas notas que não posso esquecer. Tornou-se um must no meu dia-a-dia.

Calendário do Google 
Aqui tenho todos os compromissos e como é partilhada com o meu marido, conseguimos ter uma visão muito clara das atividades e compromissos de cada um o que permite uma gestão da vida familiar mais fluída. Mas também uso este calendário para as rotinas, como? Bem. As minhas rotinas giram à volta de tarefas quase obrigatórias e que eu devo fazer mesmo em determinado horário. Tenho o ginásio, que se não seguir o horário que defini, dificilmente conseguirei cumprir o meu plano, por isso marco no calendário que naquele dia àquela hora estarei no ginásio. O mesmo, por exemplo, para o período em que estipulei ser o desejável para ir às compras, ou para fazer a revisão semanal. Não são compromissos, é verdade, mas são atividades que eu sei que se forem feitas naquele horário tudo irá correr mais facilmente, então bloqueio no calendário para quase me forçar a fazê-las naquele período.

Memorando 
Esta ferramenta é quase dispensável e uso-a apenas pela agilidade que me dá em certos momentos. Tanto o ColorNote, quanto o Evernote, em locais com pouca rede e nenhuma internet tendem a ficar lentos e há informações que eu preciso sejam fáceis de aceder para facilitar o meu dia, por exemplos NIB habituais para transferências, ou o registo de despesas para o Kakebo. É para estes casos que mantenho o uso do Memorando que é um aplicativo original do telemóvel.

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Email 
Tenho duas caixas de email, a profissional e a pessoal. A profissional uso-a para gerir totalmente a minha atividade. É aqui que registo as tarefas, que coloco alerta para prazos, que controlo o fluxo dos projetos e que agendo compromissos e atividades recorrentes. Um mundo!

Quanto ao pessoal, para além de caixa de entrada de mensagens, uso-o também para arquivador da informação que pretendo estar organizada e muito acessível quando estou a usar o computador.

Drive
Esta ferramenta uso-a como o meu arquivo, é aqui que está tudo arquivado e organizado e que não faz parte do meu planeamento, ou seja não tem informações operacionais, é apenas arquivo geral.

Que te parece? Simples? Complicado? Como fazes tu? Adorava quem me contasses.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Organiza a tua conetividade

O âmbito social não será, com toda a certeza, a área da tua vida que penses que precisa ser organizada. Normalmente, pensamos que é uma área que deverá fluir ao sabor da maré, mas será mesmo?

Eu acredito que é muito importante que organizemos a nossa conetividade, porque acredito, e tenho visto isto acontecer demasiadas vezes, que senão a organizarmos tendemos a deixá-la largada sem destino e sempre relegada para último lugar, perante as mil e uma urgências do dia-a-dia.

Mas nós somos seres integrais, inteiros e precisamos de nos relacionar, de estar conetados com os outros. O ser humano é um ser social e mais do que precisar de comunicar por prazer, a comunicação é a fonte, por excelência, da aprendizagem de vida.

Por isso te digo que esta é uma boa altura para refletires sobre os teus relacionamentos. Podes perguntar-te se:

- os teus relacionamentos são maus ou bons? Ou seja fazem-te bem ou mal?
- quanto aos maus, ainda os manténs porquê?
- quanto aos bons, estás a dar-lhes a devida atenção, a nutri-los, a apreciá-los?
- gostavas de aumentar a tua esfera social?
- gostavas de aprofundar os teus já existentes relacionamentos?

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Não é uma reflexão difícil, aliás é simples, podes até fazê-la enquanto andas de autocarro, ou aguardas num consultório médico. Talvez o mais difícil será saberes ao certo o que tu queres realmente e reconheceres que esta ou aquela pessoa, que apesar de tu admirares e de ser ultra e mega ativa e famosa, a sua presença gera-te mau estar, intoxicando a tua boa disposição. 

É nisso que tens que apostar, conheceres-te e reconheceres o impato que os outros têm na tua vida. Se é tóxico afasta-te, se é positivo aprofunda. Por exemplo, bloqueia um tempo na tua semana para fazeres um telefonema a um amigo, marca o compromisso de um jantar mensal. Compromete-te, porque se for positivo para ti esse compromisso acaba por ser com a tua felicidade.

Na realidade, uma vivência social sã tem efeitos muito marcantes nossa tua vida, porque através dela aumentamos o nosso sentimento de felicidade, fortalecemos o nosso sistema imunitário, reforçamos a nossa resistência a contrariedades e tornamo-nos pessoas mais positivas.

E se entretanto considerares que a tua convivência social não dá resposta às tuas necessidades, então mexe-te, toma a iniciativa e cria as sementes para que daqui a uns tempos consigas estar melhor do que estás hoje. Junta-te a grupos com a mesma afinidade, com os mesmos interesses. Semeia e rega com cuidado, verás que crescerão lindas flores no teu jardim.




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Faz hoje!

Tudo aquilo que não fizeres hoje irá carregar o teu dia de amanhã. Sê amigo de ti próprio, facilita o teu dia seguinte, faz hoje para não teres que juntar essa tarefa às que terás amanhã. Evita procrastinar porque a bola de neve que irás deixar rolar serás tu quem a terá que empurrar.

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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Do papel para o digital

Sempre fui menina de papel. De cadernos, post'it, de caneta em punho, riscos e rabiscos. Pensei, mesmo, que não conseguiria afastar-me do papel e que a organização, o meu planeamento pessoal, teria sempre que passar pelo papel, pelas agendas, pelas listas em bloquinhos, pelo bullet journal, o que quer que fosse, desde que fosse em papel.

Mas algo começou a fazer comichão na minha mente. O minimalismo, a busca pelo essencialismo e pela leveza do dia-a-dia. A simplificação. A certa altura deixou de fazer sentido ter uma agenda a pesar na mala, a ser carregada todos os dias, a ter que estar no balcão da cozinha, ou na minha secretária. Tinha que andar sempre colada a mim. E depois, claro, papel puxa papel, e a agenda ficava cheia de post'it e de papéis com recaditos, com listas, com horários. A agenda dobrava de tamanho e pesava toneladas dentro da mala e era eu quem a carregava todo o santo dia.

Para quem busca a simplicidade, uma situação destas não tem qualquer sentido e foi quando constatei que aquela mala, aquele peso diário e aquela prisão à agenda era contrária ao rumo que eu queria dar à minha vida, que mudei radicalmente e de menina do papel, passei a menina do digital.
A minha organização, hoje, faz-se quase inteiramente por instrumentos digitais e a única coisa que preciso ter sempre comigo é o telemóvel, mas isso, bem isso já não é novidade para ninguém.

É claro que a transição não foi fácil. Precisei desapegar do meu sentimento de controlo, pois com o digital a maior parte da organização é feita pela delegação. Por exemplo, eu delego no calendário da Google a tarefa de me recordar dos compromissos, dos eventos. Não abro a agenda para ver o que se passa, eu confio que o calendário digital me irá avisar atempadamente do evento em questão. Obviamente que não é no instrumento que estou a confiar, eu estou a confiar que a minha decisão de organização e de estipulação de regras de lembretes foi bem feita, que fui eficiente. Não me interessa que o calendário me avise de um compromisso para as 17h00, apenas às 16h50 se precisava comprar uma prenda para essa festa. Preciso de registar não só o evento como a necessidade de comprar a prenda. É neste sentido que o cruzamento das diferentes ferramentas digitais é tão importante, digo mais, é vital para a nossa organização e bom planeamento.

Mas quanto às ferramentas, bem fica para um post futuro, ok?

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Liga-te

Entrámos em outubro e a nossa linha editorial diz-nos que começamos o tema Conetividade. Bem, bem, e o que é isso?

Quando refiro conetividade estou a incluir todo o momento e meios que utilizamos para nos ligarmos ao outro. O homem é um ser social, por muito que tenhamos momentos de isolamento, a nossa natureza é de cariz social, de nos relacionarmos uns com os outros. Para isso, e ainda mais com a complexidade crescente do nosso modo de vida, há diversas formas de o fazermos. Mas gostemos mais de lidar cara a cara, ou via virtual, de conversar com um amigo ou de conviver em grandes grupos, todos nós temos momentos em que nos relacionamos com os outros criando uma conexão, ainda que temporária.

Para alguns, esta ligação é natural e fácil, para outros, mais individualistas e solitários, o relacionamento com os outros nem sempre é simples. Temos que lidar com diferenças de opinião, de perspetiva, de histórico de vida, de cultura e de comportamento, um mundo imenso de pequenos pormenores que condicionam a nossa comunicação. 

Se queres desenvolver as tuas capacidades de relacionamento e se te parece uma tarefa difícil e cheia de armadilhas, digo-te isto, há pequenas bengalas que te podem ajudar, mas a mais importante de todas é seres genuíno.
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Mas quanto as bengalas...aqui ficam :

- quando estás com alguém, seja pessoal, virtualmente ou por telefone, foca-te na pessoa, na sua conversa, foca-te nela e dá-lhe a tua atenção plena

- aceita os outros como eles são, não os julgues 

- sê assertivo, não só no que concerne o que dizes, mas também como dizes, lembra-te que todos somos diferentes, adaptares o teu discurso é meio caminho andado para o teu sucesso

- sê simpático, custa alguma coisa dizer bom dia e sorrir? 

- tem a iniciativa. 

As crianças conseguem fazer amigos muito facilmente, os adultos nem tanto, já procuraste perceber porquê? Eu digo-te, eles seguem estas bengalas, não julgam, aceitam, quando estão a brincar pode passar um terramoto que elas não ouvem e, claro, têm iniciativa. Sempre que há um primeiro contacto entre crianças há sempre esta pergunta: "queres brincar comigo?". Tão simples, não é?

Porque não experimentas, toma a iniciativa e liga-te.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Paz de alma

Aquilo a que chamamos felicidade consiste na harmonia e na serenidade, na consciência de uma finalidade, numa orientação positiva, convencida e decidida do espírito, ou seja na paz da alma.

Thomas Mann

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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O meu amigo Evernote

Não sou uma pessoa muito tecnológica. Gosto do papel e de escrever, de rabiscar e riscar. Mas o Evernote conquistou-me.

Já há muito que ouvia falar nesta ferramenta e ouvia sempre maravilhas sobre o seu impato na produtividade, mas ainda não tinha tido o impulso de procurar perceber como funcionava e como o seu sistema fluía.

Quando finalmente me debrucei sobre a ferramenta compreendi as suas potencialidades , ainda maiores para alguém como eu que tem como meta de vida simplificar. 

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O Evernote permite:

- ter listas com os vários projetos que temos em mão, nas suas diferentes etapas
- ter check-list que nos ajudarão em rotinas mais exigente
- ter listas de compras automatizadas
- ter lista de tarefas diária, semanal, etc.

Enfim, com o Evernote podemos ter um conjunto de notas que nos vão dar a base da organização e gestão da nossa vida. Com a mais valia de que, como é uma ferramenta digital, podemos acessá-la em qualquer lado, não correndo o risco de não a trazermos connosco. Mas mais, a possibilidade dos lembretes dá-nos a certeza de que não nos esqueceremos e que podemos limpar a nossa mente para atividades bem mais criativas, pois o Evernote é nosso amigo e está a tomar conta do assunto. 

Na verdade, o que sinto com o Evernote é que basta ter o telemóvel comigo que tenho a informação toda que preciso para ter um plano claro da minha vida, tarefas, andamento de projetos, etc.

Já usas o Evernote? Já espreitaste as suas funcionalidades? Aqui fica o link, explora e decide.